segunda-feira, 29 de junho de 2015

Prefere receber uma prenda por ano, ou vários mimos de vez em quando? E o seu cliente? E está a dar-lhe a prenda certa?...



Ufa, acabou de sair daquela loja e comprou aquela prenda especial para o seu mais-que-tudo. El@ vai adorar e já imagina o seu sorriso a brilhar a olhar para si.

Chegou o momento: a música e o jantar, juntamente com um vinho de eleição, douram o ambiente. Lentamente faz aquele jogo do adivinha para provocar mais curiosidade.

El@ rasga o embrulho tal criança excitada! Os olhos iluminam-se! A respiração aumenta!

"Que lindo! Gostei muito!"

Espera! O quê?! Só isso, não há fogo de artifício, aquele abraço rendido? Que aconteceu? Demorou tanto tempo a escolher, achava que era mesmo aquilo e até se lembrou da data...

Pois... talvez a expectativa fosse alta ou simplesmente aquela prenda fosse a ideal para si... e não para o seu mais-que-tudo.

Imagine que estamos a falar do seu negócio.

Você apostou tudo "naquele" email, "naquele" post, faz tudo para seduzir o seu cliente, tem um site catita, uma imagem cuidada, ele vai comprar-lhe tudo o que tem para oferecer.
Investiu "naquele" brinde, "naquele" evento, "naquele" logo...

Olha para o mail, site, loja, google analytics, facebook, do outro lado...nada.
O que aconteceu?

Será tão diferente daquele cenário aparentemente paradisíaco com a sua cara-metade?

Vejamos:
a) Expectativas elevadas
b) muita carga num único momento
c) percepção do que o cliente aprecia "loucamente"
d) foco em si e não nele
e) espera retorno imediato

Será que o cliente não é um pouco como a sua cara-metade?
Não é melhor ir mimando um pouco?
Não é melhor dar menos mas adequado ao momento?
Não é melhor ir-se lembrando dele de vez em quando em vez de ser naquela data especial?
Sabe mesmo o que ele quer, ou o que você gostaria que ele quisesse?

A comunicação é um pouco disto. Um enamoramento que carece de consistência, continuidade, de constante "mimo", do cliente sentir que pensou no que ele queria e não no que você gostava.

Está a dar a prenda ou os mimos que ele quer?

quarta-feira, 25 de junho de 2014

A Gestão de um Evento em 5 passos, do início ao fim



Começámos pelo fim, pela medição da satisfação dos participantes num evento, através de entrevistadores com tablets, nas redes sociais ou pela internet. 

Mas quem organiza os eventos tem necessidades mesmo antes do evento.

Preparamos a comunicação digital por email, ou internet para obter a informação dos participantes. 

Utilizamos nas horas antes do evento, um canal que é lido 95% das vezes, está sempre no bolso e é compatível com todos os telemóveis, para lembrete da data, hora e local do evento de forma personalizada: a SMS. Podemos enviar vouchers, links para informações adicionais, tudo o que 160 carateres permitirem.

O visitante chega, altura do checkin. Aí a utilização de tablets vem melhorar o processo. O checkin pode ser “móvel”, completamente sem papel e com informação ao segundo.

E durante o evento? O visitante explora os pontos do seu interesse, e nós em parceria com a Mobility Now podemos comunicar com  dependente do local específico onde está, em que sala, em que stand, no momento exato.

Por isso, do início ao fim da organização de um evento, ajudamos a estabelecer a ligação com o visitante, procurando enriquecer a sua experiência. Ao serviço das organizações de eventos. São assim 5 os passos em que intervimos:


Convidamos, lembramos, credenciamos, acompanhamos e medimos a satisfação.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

What do you do when a Customer gives you a 3 out of 10? And a 6?

We´ve made some satisfaction surveys in tablets and by email. We asked for about anything: brands, bathrooms, meals, weather, travel, choice motivations, and the million dollar question: in 1 to 10 what to you rate your
Supplier
Event
Experience
Product
etc,etc,etc.

And it goes like this: 3. What? Yes, 3 out of 10. One time, two times, several times... It´s a big problem isn´t it? We make the report, we give the report and it´s a funeral.

And with a 6? It´s a positive number isn´t it?It´s more than 5! What do companys do with a 6?

We can argue that the 3 and the 6 it´s for the others and our companies always have 9 and 10. If it is your case, please forgive me for this minutes that i´ve made you lost.

It anyone that reads this has this issue, what does this means?

Well, we´ve made more than 5.000 surveys for 25 projects in the last 6 months. The 6 are dangerous because they are the equvalent of "i don´t care" or "it´s ok but i will not buy/go again, it doesn´t appeal to me". The 3 is for work RIGHT NOW, please get the contact and try to understand the 3 but the 6 is also dangerous. The silent one... the more or less one.

The answer: please try to understand the reason, we can give an excellent delivery date, but it´s not what customer values the most... ask for their expectations, and give space for comments, and READ THEM!

Doing surveys is the easy part compared to deal with the data and the reality.
Imagine that your beloved one gives you a 6. What do you feel?...
Well, the same goes to our companies.

Nuno Rodrigues Seleiro (nuno.rodrigues@asserbiz.com)

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Era útil para a sua empresa saber em tempo real se o Sr. Exemplo está insatisfeito consigo?

Era uma vez uma empresa que fazia estudos de satisfação em papel. Enviava o questionário por carta, ou tinha no seu local e ao final de algum tempo, recolhia os papeis e compilava a informação.

"O sr. Exemplo disse há 2 meses atrás que não ficou satisfeito com o serviço xpto". E agora?

Agora é simples... com quantas pessoas terá o sr. Exemplo falado a dizer que estava insatisfeito? Pois...

E se o inquérito for feito num tablet, na loja, ou num email após a compra?

Melhor, já se podem ver os dados e depois trabalhá-los numa folha de cálculo. Passados alguns dias já sabemos o que o Sr. Exemplo achou.

E se, no momento em que o Sr. Exemplo responde, mediante um determinado conjunto de critérios, a sua empresa receber uma notificação para o email, desta resposta? Era útil para si?

Em média um cliente insatisfeito diz a 10 pessoas, um satisfeito a 3. É discutível. Quer correr esse risco?
Ou quer perceber os motivos da insatisfação e agir sobre eles, e sobre o Sr. Exemplo?

Um cliente que teve um problema e que foi resolvido com qualidade fica mais fidelizado do que não tivesse um problema.

Numa economia de serviços, é a qualidade dos mesmos, da resolução de problemas e da reputação da empresa que a define no mercado.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

PARTILHAR - A Asser.biz na revista Visão e algo +




PARTILHA: Um novo significado para um conceito antigo

Antes de existir moeda já existia a partilha de recursos. Esta foi aliás a primeira forma de troca comercial.
Há quem veja a partilha como distribuição, num conceito de divisão.
A Asser.biz vê a partilha num conceito de participação conjunta em que cada ator, presta um serviço para um objetivo final conjunto, maior que a soma dos recursos de cada entidade, para efetivar uma PARCERIA.
Se não tivermos parceiros, a dimensão de uma empresa acaba nela própria. Em sentido contrário, a existência de parcerias, permite alargar a sua o seu alcance e visibilidade, chegando a um leque maior de potenciais clientes.

Há vários tipos de parceria mas gostaríamos de destacar dois:
1 - O financeiro, em que existe uma partilha de receita consoante os negócios realizados seja por referência ou pela realização de um projeto conjunto;
2 - O da permuta em que uma parte ou mesmo a totalidade do fator financeiro é substituido pelo serviço em sim. É aqui que a partilha assume maior dimensão, porque há um envolvimento estreito entre os negócios dos atores.
Ambos são igualmente importante, o primeiro claro está, permite ganhos mais imediatos, o segundo é mais estratégico, de médio e longo prazo.
As permutas podem assumir também várias formas: troca de serviços ou produtos, de forma direta, ou aumento de retorno da visibilidade num determinado setor.
Assim, por vezes, o facto de termos este ou aquele parceiro, permite entrar na rede desse parceiro num setor onde queremos estar.
A Asser.biz tem como objetivo estreitar as relações entre os clientes e o seu mercado através do Marketing Relacional fidelizando os clientes atuais e angariando novos clientes, permitindo aumentar os seus fluxos de negócio e a sua imagem.
Fazemos isso através dos Estudos de Satisfação ou de Perfil do Consumidor, do Marketing por SMS ou de Consultoria de Marketing adaptada à realidade (e ao orçamento) de cada empresa.

A escolha dos potenciais parceiros é da maior relevância: serem relevantes para o negócio, serem complementares ou permitirem um aumento de visibilidade nos setores onde cada um quer estar, são variáveis de decisão estratégica.

E por isso mesmo gostariamos de agradecer às entidades que aceitaram o desafio, umas gigantes, outras mais pequenas, umas que conhecemos há anos, outras há meses. Com elas estamos a construir relações que queremos que sejam win-win-win em que o terceiro win é o que os nossos clientes ganham. E são elas: Exponor, MDR, ANJE, CM Matosinhos, Pista Mágica, Beyond Architects, Futurdata e Misericórdia de Santo Tirso. E esta lista vai aumentar. Bem hajam a todas

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Deixe os NÃO connosco que nós damos-lhe os SIM. Uma abordagem comercial integrada SEM Comerciais?


Era uma vez uma empresa com recursos escassos e com um bom produto/serviço. Tinha uma carteira de clientes fiel pois trabalhavam bem mas não tinham tempo para fazer prospeção.

Não tinham tempo e a bem dizer não tinham Departamento de Marketing nem Comerciais dado que cada um dos seus elementos era tudo isso e muito mais. Iam "batendo" às portas quando iam a um cliente quando sobrava tempo.

E quando ocasionalmente "varriam" telefonicamente os potenciais clientes raramente conseguiam falar com o decisor à primeira. (...e não são os únicos).

Tinham folhetos, enviavam mails em avulso mas não mantinham registo dos contatos.

Parece-lhe uma empresa que não existe?

Foi a pensar nessas "empresas que não existem" que foi desenhado o Leads360, um serviço de abordagem comercial integrada. Integrada porque utiliza vários canais, organizada no tempo e à medida do seu investimento.

Os ingredientes são os seguintes:

a) Identificação do Segmento-alvo (geográfico, CAE, antiguidade, etc)
b) Escolha dos canais de abordagem (email, telefone)
c) Inicio da campanha pela Asserbiz
d) Seguimento telefónico para aferir interesse e/ou marcar reunião
e) Partilha de resultados diária/semanal ou em período a definir.

Desta forma, quer tenha ou não Departamento Comercial, permite chegar a um universo potencial de clientes mais alargado e de forma estruturada, dado que os recursos estão 100% afetos ao contato.

Acha que faz sentido? Fale connosco para saber mais. Estamos aqui para o ouvir

asserbiz@asserbiz.com ou 229069592


quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Qual a importância de perguntar (com uma das respostas possíveis)


Vamos imaginar um cenário onde não se pode perguntar...
...Onde uma criança não pergunta "Porquê?"
...Onde um comercial não pergunta "Vamos fechar o negócio?"
...Onde cada um de nós não pergunta "Queres namorar comigo?"
...Onde numa loja não nos perguntam "Posso ajudá-lo?"

A pergunta é a forma de conhecer alguém, de saber se temos interesses em comum, de saber algo que se desconhece, de saber se "aquela" pessoa gosta de nós.

Uma criança que não pergunta, não descobre e não conhece
Um comercial que não pergunta não sabe o que o cliente quer e não fecha o negócio
Se ninguém perguntar sobre o namoro, ninguém namora
E se numa loja não nos perguntam o que desejamos, dificilmente compraremos

Mas a pergunta deve ser genuína e não apenas "perguntar por perguntar".

As empresas querem saber mesmo o que os clientes acham dos seus produtos, o que pensam dos seus eventos e da sua marca?

O interesse faz toda a diferença.

Por isso costuma dizer-se.
Aquele que se importa comigo pergunta como estou...e espera a resposta.

Perguntar não ofende, e dá-lhe conhecimento, que pode utilizar para oferecer um melhor serviço.

Então do que está à espera para perguntar ao seu mercado como ele o perceciona?